O bombista suicida que matou 45 israelitas no aeroporto de Sofia, capital da Bulgária, tinha estado detido por algum tempo no complexo prisional norte-americano de Guantanamo [Cuba].
bicho dava pelo nome de Mehdi Muhammad Ghazali, 33 anos, nasceu em Estocolmo, e era filho de pai argelino e mãe finlandesa. Tinha a nacionalidade sueca.
Em Dezembro de 2001, depois dos ataques às torres gémeas de Nova Iorque, o madraço estava o Paquistão a estudar a Sharia — ou lei islâmica — numa madrassa. Foi detido pelas autoridades paquistanesas e transferido para o GITMO [Guantanamo]. Pouco tempo depois, o governo sueco pediu a sua libertação alegando que o madraço não constituía perigo para a segurança pública, e depois de libertado, retornou à Suécia.
Entretanto, o governo sueco politicamente correcto e islamófilo, não vigiou o bicho. Se o madraço que estudou na madrassa fosse branco, provavelmente o governo sueco politicamente correcto teria estado atento aos seus movimentos; mas como o bicho era meio árabe, o governo sueco deixou-o na paz do paraíso das 70 virgens de Maomé.
E temos, depois, o caricato da União Europeia: um indivíduo que tinha estado preso em Guantanamo por suspeita de ligação à Al Qaeda, viajou livremente pela Europa de Schengen, sem fronteiras, e com uma mochila carregada de explosivos. Esta União Europeia é o ridículo perigoso tornado realidade.