terça-feira, 18 de outubro de 2011

O Estado contra a religião. Tulio Vianna é o típico professor da universidade pública brasileira. Visivelmente inculto, tosco, pernóstico e autocontraditório, é cheio de macaquices e clichês politicamente corretos.

O Estado contra a religião

Tulio Vianna é o típico professor da universidade pública brasileira. Visivelmente inculto, tosco, pernóstico e autocontraditório, é cheio de macaquices e clichês politicamente corretos. Além de defender raciocínios visivelmente perigosos para os direitos individuais, uma vez que exige destruição das liberdades civis, em nome do bom mocismo. Aliás, o que não falta neste país são bons moços, bajuladores do governo, para servir de capatazes do Estado. No entanto, é lamentável até que ponto se chegou a qualidade dos cursos de direito neste país. O Conselheiro Acácio, personagem inesquecível de Eça de Queiroz, parece criatura iluminada, agradável e erudita perto dos Tulios Viannas da vida. Pensar que este indivíduo despreparado seja um professor de direito da Universidade Federal de Minas Gerais é um sinal grave de nossos tempos, da esterilidade que se apossou da vida universitária do país. O efeito psicológico em seus alunos deve ser devastador. O sujeitinho defende tudo que não presta, com a paz de consciência digna dos piores sociopatas. Aborto, legalização da maconha, casamento gay, criminalização da “homofobia”, e até a dignidade moral do Champinha”, um marginal que assassinou um casal de namorados em São Paulo. etc. Enfim, o sujeitinho tem futuro neste país!

Todavia, o que assusta neste rapaz é a incoerência lógica, a inversão completa de princípios e de um mínimo de senso moral no seu discurso. A defesa, por assim dizer, da “liberdade”, se restringe somente ao seu grupelho de esquerda. Para o resto, para a dissidência, para a “direita”, para os “reacionários”, usa-se a arma do Estado para policiar discursos e pensamentos ou mesmo para calar a boca, tamanha a compreensão grandiosa da palavra “democracia” que existe em sua reles cabecinha. O Sr. Vianna parte do velho estratagema, “aos amigos tudo, aos inimigos, a lei”, para a defesa de suas causas. Mas por que o sujeitinho pernóstico é contra as liberdades individuais?

Como o Sr. Vianna é um sujeito que adora pegar uma bandeira da subversão para se auto-promover, adotou a tal “defesa do Estado laico”. Mas o que vem a dizer isso? O Estado já não é laico? Sim, é laico. Porém, os ateus militantes não estão satisfeitos. Querem descristianizar a sociedade, se possível, na base do cacete e da intimidação psicológica. Sim, o Sr. Tulio Vianna, que defende a liberdade pra fazer apologia do crime (já que para ele é “censura”), a liberdade pra usar drogas e mesmo a liberdade pra fazer pirataria, exige a censura da liberdade de manifestação religiosa. É o que diz seu artigo chamado “A religião contra o Estado”, publicado no site de uma revista esquerdista chamada “Fórum”. Ao que parece, o Sr. Vianna tem uma idolatria religiosa pelo Estado dito “laico” (e por que não dizer ateu?), para achar que o mesmo deve censurar as idéias religiosas da maioria dos brasileiros. O pior de tudo é que o sujeito demonstra uma completa ignorância sobre a religião. Na verdade, tudo o que se vê são chavões de sites ateístas ou de velhas críticas iluministas sobre a fé religiosa, ainda que tais observações já tenham sido refutadas por pesquisadores e historiadores realmente sérios. Infelizmente vou ter que tomar o tempo do leitor, porque é importante citar alguns trechos desse artigo visivelmente esquizofrênico. Ele começa com a seguinte frase:

“A religião é a política realizada em nome de Deus. O líder religioso, assim como qualquer líder político, pretende governar o maior número de pessoas possível. Um governo que se faz não por leis, mas por dogmas”.

Na visão de alguém que pertence à intelligentsia de esquerda, como é o caso de Tulio Vianna, a vida não tem outra expressão senão da disputa política. Logo, é claro que a religião é, fundamentalmente, só “política”. Ele ignora os aspectos civilizacionais, morais, filosóficos e intelectuais que inspiram a religião, e, em particular, o cristianismo. Ler a bíblia, Santo Tomás, São João da Cruz, é tão somente uma questão política. A estrutura mesma da religião é só “política”, ainda que seus valores transcendam a política. A fundamentação ética da caridade e do amor ao próximo é só “política”, tamanha a estreiteza mental do sujeito. Mas não custa notar um seguinte trecho: a de que um governo se faz por leis, não por dogmas. Por acaso os Dez Mandamentos são “dogmas”? Os 613 mandamentos judaicos no Antigo Testamento são dogmas? Não, são leis. Ao que denota que o Sr. Tulio Vianna não sabe necessariamente o que é um dogma. Confunde-a com a legalidade, uma vez que nem tudo que está no Antigo Testamento é necessariamente aplicável, tanto para cristãos, como para judeus, para os dias de hoje. E o Sr. Vianna parece desconhece o que significa algo “dogmático”. A Constituição Brasileira tem princípios dogmáticos, sem os quais, a estrutura mesma da Carta Magna fica comprometida. Uma delas está no art. 5 da Constituição, que descreve as garantias e direitos constitucionais, como também o art. 60, que é nevrálgico para a existência republicana da nação, uma vez que protege sua estrutura política.

Por outro lado, o Sr. Vianna fala do “líder religioso” como figura política. Mas ignora que na tradição ocidental, o chamado “Estado laico” é produto mesmo dessa estrutura religiosa e política que distingue o universo espiritual do político. Foi na Idade Média, inspirada na concepção agostiniana das duas cidades e mesmo nas palavras de Nosso Senhor de “dar a Cesar o que é de Cesar”, que surgiu a dessacralização do poder político e sua dissociação da casta religiosa. Nunca houve uma pretensão total de governo da Igreja Católica na Idade Média. Aliás, ela agia conforme uma competência determinada, que não se confundia com o ofício dos príncipes e reis. Entretanto, já é demais ensinar conceitos da política medieval ao Tulio Vianna. O professor universitário não sou eu, mas ele.

"O monoteísmo é autoritário na sua essência. Nunca houve plebiscitos e nem mesmo reuniões com representantes eleitos pelo povo para criar os dogmas de uma religião”.

Esta frase constitui uma pérola, principalmente saído da boca de um pretensioso professor universitário. Se o “monoteísmo é autoritário”, será que o politeísmo seria mais “democrático”? E convém dizer, o Sr. Vianna insiste em desconhecer a essência dos dogmas. O dogma religioso não é objeto de achismo, de representação ou de eleição popular para determinar sua veracidade ou falsidade. É uma verdade revelada de cima para baixo, pelo próprio Deus, e pertence à natureza histórica e identitária da própria religião cristã, sem a qual, a religião deixa de ter sentido. Será que alguém pode se afirmar como cristão se não crer nas palavras e na vida de Cristo? Tão absurdo quanto alguém afirmar que defende a democracia brasileira revogando o art. 5 da constituição federal.


“Eles são ditados de cima para baixo, por alguém que fala em nome do próprio Deus e, portanto, é incontestável, mesmo pela vontade da maioria”.

Ora, se Deus é criador do universo e determina tudo quanto existe no mundo, é óbvio que os dogmas são fundamentados de cima pra baixo. E a autoridade eclesiástica é investida para a pregação evangélica, não por uma questão política, mas pelo fato mesmo de ele representar e encarnar o arquétipo moral de confiança para o grupo de fiéis. Ou seja, a autoridade eclesiástica não é política, mas moral. É através da confiança que este tem dos seus membros, que ele os representa. E essa autoridade não está afeita a popularidade, mas ao simbolismo ético e moral que faz dele investido dessa autoridade.

Curioso é o Sr. Vianna apelar aos conceitos da maioria ou minoria para justificar um postulado espiritual, transcendente, que está acima da política. Isso porque a frase acima é até ilógica: se a maioria da população é cristã e aceita os postulados de cima pra baixo, isso também não é vontade da maioria? Afinal, o que é vontade da maioria, na cabecinha do Sr. Tulio Vianna? É a vontade pessoal dele? E quem disse que toda autoridade do mundo deve ser necessariamente eleita? Acaso vamos eleger quais pais devem nos educar? E desde quando, necessariamente, a autoridade política eleita é moralmente superior à autoridade eclesiástica? Percebe-se que o Sr. Vianna segue uma moral goebbelsiana, já que para ele, a autoridade é do coletivo, não dos princípios em si. Daí a reduzir tudo a mera disputas políticas, como se fosse o DCE acadêmico de sua faculdade.

Como os líderes religiosos não dispõem, nos dias de hoje, de um braço armado para fazer valer suas leis pela força, precisam convencer seus governados a se sujeitarem às suas normas pelo proselitismo”.

E este princípio, de tentar convencer seus “governados”, não está na política do próprio Estado democrático e republicano? Ah sim, quando um padre ou um pastor convence alguém da veracidade da religião para a maioria, é contra a vontade da maioria? Agora, quando o Sr. Vianna prega seu proselitismo esquerdista à revelia da sociedade que o rejeita, é porque essa sociedade está sendo contra a maioria? Que raciocínio doido!

E o Sr. Vianna destila seu preconceito, ao achar que a religião é sempre algo imposto pela força. Ora, ora, ora, a apologética e a pregação religiosa são elementos visivelmente pacíficos. Ademais, a Igreja passou milênio discutindo sobre seus princípios, em vista do mais completo convencimento. Sem contar que na Idade Média, a Igreja nem mesmo poder militar tinha. Até o século XVI, nem o Vaticano possuía exércitos, ocasião em que reis, como Felipe IV, o Belo, invadiram Roma e aprisionaram até o papa. O Sr. Vianna vive numa mitologia ideológica que não corresponde a realidade. O mais impressionante, contudo, é que ele acusa os religiosos de impuserem seus enunciados através da força, quando na prática, ele é que vai pregar a força contra eles.

Eu não conheço nenhum religioso que queira impor, pela força, a sua fé contra terceiros. Mas isto é pura falácia para imputar à religião o que ela atualmente não possui. Temos mais pérolas:

“A fé é a mais autoritária das ideologias políticas já inventadas”.


A primariedade intelectual de Vianna é assustadora. Ele não sabe o que é um dogma e, tampouco, o que é fé, que confunde com ideologia, que é um sistema fechado de idéias. A fé não é mera crença, mas a confiança dos postulados de algum conhecimento, incluindo aqui, a verdade religiosa. Só podemos ter ciência, se temos fé de que haja resultados em seus métodos. Só podemos ter empreendedorismo, se tivermos fé em nossas potencialidades. Ou seja, a fé cria coisas que antes não existiam, para alcançar algo que não vemos. Este sentimento se confunde com a própria esperança em algo que ainda não presenciamos, mas que poderemos presenciar. No entanto, o tosco do Vianna apenas repete uma cantilena ateísta, quando na verdade, demonstra ser um completo ignorante.



“Um instrumento político quase perfeito que permite ditar normas unilateralmente, governar sem a necessidade de armas e, ainda por cima, blindar-se de críticas em nome da tolerância religiosa”.


É curioso notar os preconceitos tolos de Tulio Vianna com relação à religião, ao crer piamente que os religiosos sejam apenas um bando de fanatizados e idiotas, que não questionam os postulados da sua própria fé. E o mais impressionante, ele, que diz combater o “autoritarismo” da fé, critica a tolerância religiosa. Ou seja, ele não se acha nada “intolerante” ao querer rotular os religiosos dos piores impropérios, ainda que tais assuntos soem visivelmente falsos e intelectualmente desonestos. Todavia, como um notório militante ateísta e completo desconhecedor da história e do desenvolvimento das religiões, ele precisa de esquemas simplistas para reduzir a importância da dimensão religiosa. E ele repete os mesmos argumentos simplórios da seguinte forma:

“A religião só é religião até ser imposta; depois disso é simplesmente política e pode ser exercida tanto pela força das armas como pelos votos de uma maioria fundamentalista”.

A grande maioria da população brasileira é cristã porque quer. Onde está a imposição da religião aí? O mais patético de tudo é que ele acusa o uso inexistente da força para a consolidação da fé religiosa atual, quando na verdade, o proselitismo democrático dos religiosos é visto como uma ameaça à democracia. Ora, ora, ora, os cristãos, que representam a maioria da população brasileira, agora serão considerados cidadãos de segunda classe, privados seus direitos políticos?

“E o uso do nome de Deus para mascarar o exercício deste poder político é a ferramenta política mais hipócrita que já se inventou, mas tem funcionado muito bem ao longo da história”.

Neste trecho, Tulio Vianna faz o retrato de si mesmo e de sua ideologia, transferindo para os outros, o que é pensamento próprio dele: a de que a política e o direito residem apenas na força e na disputa. Nada mais hipócrita do que o próprio. Se não bastasse o desconhecimento sobre o que é dogma, o que é fé e o que é religião, Tulio Vianna desconhece também história. Vejamos:


“A Inquisição e a catequização de índios não foram ações religiosas, mas políticas. E pouco importam as boas ou más intenções daqueles que as realizaram, o fato é que buscavam com elas impor normas de condutas a populações que não a aceitaram por livre e espontânea vontade”.

Como é que é? Não está escrito no Evangelho que Jesus determinou que seus apóstolos pregassem a toda a criatura as Boas Novas? A Igreja Católica divulga a pregação de sua Palavra desde que existe. Isso independe do fato político em si, porque é algo mais além, que permaneceu sobre vários sistemas e várias épocas. E a inquisição é o espantalho favorito dos hipócritas ateus militantes. No entanto, a inquisição é produto de seu tempo, de uma perspectiva histórica bem diferente da nossa, sem contar que ela surgiu justamente para destruir a heresia cátara, que ameaçava a civilização ocidental. E a conversão dos índios, em sua maior parte, foi voluntária, vide os relatos de historiadores sérios sobre o assunto ligado aos jesuítas. Ademais, é claro que pouco importa as boas ou más intenções daqueles que realizavam a evangelização da América. Até porque o Sr. Tulio Vianna defende suas bandeiras doentias, sem a mínima boa intenção.


Contudo, o ódio de Vianna é contra os evangélicos. O arauto do bom mocismo politicamente correto, no mesmo artigo, prega abertamente a restrição da liberdade religiosa, já que supostamente os cristãos são uma ameaça à democracia:

“Do ponto de vista exclusivamente político, o Estado Democrático de Direito é o maior entrave à expansão do império econômico e político das igrejas neopentescostais e de seus bispos. Não é à toa que cada vez mais eles têm buscado conquistar cadeiras do Parlamento. E a bancada teocrática tem se tornado a cada dia uma das principais forças políticas de nosso Congresso, restringindo os direitos fundamentais de quem não acredita em seu Deus em prol da expansão política e econômica de seu império”.

Resta-nos saber qual grupo religioso, atualmente, prega a destruição da democracia brasileira! Aliás, se os pastores se elegem, aceitando os postulados da democracia, debatendo, discutindo no Congresso com outras facções políticas, logo, esse “perigo” contra a democracia é pura falácia argumentativa do Sr. Vianna. Eu diria que ele mente mesmo, injuria. E, como sempre, os religiosos sempre são ambiciosos, sedentos de poder, perigosos. Só o Sr. Vianna, defensor do Champinha da Febem, é um poço de caridade e falta de ambição. Mas ele nos diverte:

“A teocracia é incompatível com o Estado Democrático de Direito, dado o autoritarismo inerente ao monoteísmo”.

Primeiramente, Tulio Vianna confunde teocracia com monoteísmo. São duas coisas diferentes. O monoteísmo não está preso a um sistema político em específico. Ademais, como o monoteísmo pode ser contra o Estado de Direito, se países de formação religiosa tradicional como Estados Unidos e Inglaterra, possuem sólidas democracias, com amplos direitos individuais? Aliás, nem mesmo podemos falar que a Europa se tornou antidemocrática, no século XX, por causa da religião. Pelo contrário, foi por conta do materialismo reinante é que ditaduras, como a fascista e a comunista, tiveram forte apelo no continente europeu. As mesmíssimas raízes ideológicas inseridas nas premissas do Sr. Vianna.

“E é por isso que o Estado Democrático de Direito é, por sua própria natureza, laico. Porque é impossível ser democrático e monoteísta ao mesmo tempo”.

O Brasil tem um Estado laico, mas não é um Estado ateu. Logo, os brasileiros continuam monoteístas e a democracia está viva. Puro nonsense.

“Assim como é impossível ser candidato a um cargo público e bispo, pastor ou padre ao mesmo tempo”.

O que tem a ver uma coisa com outra? Qual dispositivo constitucional impede que um bispo ou um pastor seja candidato e seja sujeito pelo voto, como qualquer candidato? Aqui, entendemos o conceito peculiar de democracia do Sr. Tulio Vianna: a democracia que exclui quem não anda conforme os anseios ateus totalitários dele.

“Há um evidente conflito de interesses entre aquele que fala em nome de seu Deus e aquele que pretende falar em nome do povo em meio ao qual nem todos acreditam em seu Deus”.


E por acaso, os eleitores que elegeram bispos ou pastores, não acreditam em Deus? Eles não têm o direito de votar nos seus representantes? Tulio Vianna defende algo que é abjeto, até para a própria democracia: a censura da liberdade de manifestação religiosa, em nome da ditadura do Estado ateu:

“Uma outra iniciativa necessária é limitar a transmissão de programas religiosos em rádios e televisões para no máximo uma hora diária, tal como foi proposto em 1999 (PLS 299/99) pelo senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT). A Constituição da República é explícita em seu artigo 221, ao determinar que a programação das emissoras de rádio e televisão terá, por preferência, finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas. É inconcebível que, no Estado laico, concessões públicas de rádio e TV sejam usadas, como são nos dias de hoje, em prol do proselitismo religioso que não raras vezes passa boa parte do tempo solicitando doações financeiras a seus fieis. Um autêntico merchandising da fé, patrocinado pelo Estado que, por definição constitucional, é laico”.

Vejam a confusão mental do sujeitinho professoral despreparado. Pelo fato de o Estado ser laico, logo, qualquer manifestação religiosa deve ser proibida na TV, pelo simples argumento de que a TV deve reproduzir o que o Estado laico pensa! Parece que o Sr. Vianna não estuda a Constituição Brasileira. A liberdade de imprensa, como a liberdade de pensamento em geral, independe de qualquer licença prévia. Ou seja, o fato de a apresentação de TV ser uma concessão pública não dá direito ao Estado de intervir na sua programação. Mas o nosso amiguinho progressista quer que o Estado dite o que devemos ver ou não ver. Ou pior, quer proibir a manifestação religiosa pública, que é também garantida pela Constituição. Na verdade, ele reproduz todo o viés totalitário ateu que vingou nos regimes comunistas. O ateísmo, por assim dizer, será obrigatório.

“A luta pela efetivação do Estado laico é a luta pela democracia. Por leis que sejam ditadas não de cima para baixo por uma autoridade que fala em nome de Deus, mas construídas a partir do diálogo plural e com respeito aos direitos fundamentais”.

É curioso perceber que esse tal “diálogo plural” é tão somente entre os pares do Sr. Tulio Vianna, o “progressista”, excluindo a grande maioria da população brasileira, que é religiosa. Percebe-se que o Sr. Vianna padece de uma doença espiritual e moral, ao relatar essas palavras. Não consegue nem mesmo manter o mínimo de coerência argumentativa, ao demonstrar que odeia os religiosos e quer tirar os direitos políticos deles. É pior, ele propõe a restrição do art. 5 da Constituição Brasileira, que por definição, é clausura pétrea, a da destruição das liberdades individuais, com a restrição da liberdade religiosa. Ou seja, em nome da defesa genérica dos "direitos fundamentais", vamos destruir uma de suas liberdades, a de religião. E mesmo a liberdade de imprensa, já que o professorzinho estúpido dá o direito do Estado de intervir nas programações de TV, pelo fato de ser uma concessão pública. Tudo em nome de uma “democracia”, que na prática, é uma ditadura ideológica. Percebe-se que a única ameaça real à democracia é a de Tulio Vianna.

“E isto, deus monoteísta nenhum poderá conceder, pois seus mandamentos são – por definição – mandamentos”.


Oh, oh, oh, claro, vamos substituir os mandamentos de Deus, pelos mandamentos legais do Sr. . . .Tulio Vianna! Como diria Lênin: acuse nos outros o que você é!

“Monoteísmo e democracia são ideologias políticas antagônicas. É esta a grande cruzada da religião contra o Estado”.

Estados Unidos, Inglaterra (país oficialmente anglicano), Suécia (país oficialmente luterano), que o digam, estados teocráticos!
 
Fonte: http://loppeux.blogspot.com/2011/08/detectando-o-personagem-do-meu-artigo.html
 
 
Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

3 comentários:

  1. Por que a mãe biológica de Túlio Vianna foi despejada?

    Fiz uma pesquisa no portal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais e descobri que a mãe biológica do Túlio Vianna foi despejada do apartamento em que vivia, em 1989, muito provavelmente porque não pagava o aluguel. Ela estava devendo R$ 13.035,36 ao dono do imóvel. Será que ela estava desempregada?

    Quem quiser conferir, é o processo n° 0024.874154701

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