quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A BELEZA DO ILUMINISMO IMORAL DA FRANÇA ILUMINISTA - grifo do Prof. Luis Cavalcante

Ministro da Cultura da França nega participação em turismo sexual

Ele diz que os “meninos novos” eram realmente prostitutos adultos
Hilary White

PARIS, França, 9 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O Ministro da Cultura da França disse que durante suas viagens a Tailândia para buscar encontros homossexuais pagos com meninos nos “mercados de escravos” e bordéis, os meninos em questão não eram menores, mas “jovens” e que os homossexuais chamam todos os homens de “meninos”.

Frédéric Mitterrand, o sobrinho abertamente homossexual do ex-presidente francês François Mitterrand, está tardiamente enfrentando vergonha pública depois de ter confessado num livro autobiográfico publicado em 2005, “Adquiri o hábito de pagar para ficar com meninos… O excesso de meninos novos muito atraentes e imediatamente disponíveis me colocou num estado de desejo que eu não mais precisava refrear ou esconder”.

Mitterand, de 62 anos, afirmou desde então que apesar de sua descrição deles como “meninos novos” no livro, ele foi para a Tailândia para ter sexo com prostitutos adultos, homens de sua própria idade, algo que é legal na França.
Depois de uma tempestade crescente de críticas, culminando em pedidos por sua renúncia, Mitterand apareceu num programa noticioso dizendo: “Condeno totalmente o turismo sexual, que é uma vergonha. Condeno a pedofilia, em que nunca participei de qualquer modo”.

“O livro não é de forma alguma uma defesa ao turismo sexual, ainda que um capítulo seja uma viagem a esse inferno, com toda a fascinação que o inferno pode inspirar”, disse ele.

Membros do círculo interno do governo de Sarkozy começaram a defender Mitterand. O principal assessor presidencial, Henri Guaino, disse na televisão France 2 nesta semana que a controvérsia é “digna de pena” e que não havia nenhuma necessidade para Mitterrand deixar o governo.

Guaino disse: “Quando há uma controvérsia tão patética quanto essa, com tanta demora, não acho que deva haver tais conseqüências drásticas”.

Sua autobiografia, La mauvaise vie (A vida má), foi aclamada pela crítica como best-seller quando foi publicada, com Mitterand, uma apresentador de TV na época, sendo elogiado por sua “honestidade”. Embora tenha sido publicado há quatro anos, o livro se tornou o centro da atenção internacional quando seu autor pulou para a defesa do cineasta Roman Polanski, que está foragido das autoridades dos EUA desde a década de 1970 depois de ter confessado ter estuprado uma menina de 13 anos.

Polanski foi amplamente defendido pelas elites de Hollywood desde que foi preso na Suíça em setembro e enfrenta processos de extradição. Polanski, que é cidadão francês, estava sob a proteção das limitadas leis francesas de extradição desde que fugiu dos EUA em 1977. O esquerdista Mitterand teve só uma curta carreira como político, tendo um papel importante nos meios de comunicação da França como ator, roteirista, apresentador de televisão, escritor, produtor e diretor. Mitterand havia chamado a prisão de Polanski na Suíça de “terrível”.

Em seu livro, Mitterand escreveu: “Adquiri o hábito de pagar para ficar com meninos… Todos esses rituais do mercado de jovens, o mercado escravo me excita enormemente”.
“Alguém poderia julgar esse espetáculo abominável a partir de um ponto de vista moral, mas isso me agrada além da razão”.

A ultra-direitista Frente Nacional lançou uma petição online pedindo a renúncia de Mitterand depois que a líder do partido, Marine Le Pen, leu trechos do livro na televisão na segunda-feira.

O partido socialista de oposição disse ontem que estava chocado que um pedófilo abusador estava trabalhando como ministro de governo. O jornal Daily Telegraph citou Benoît Hamon, um importante político socialista, que disse: “Acho chocante que um homem justifique o turismo sexual sob a capa de um relato literário”.

Mitterrand respondeu na terça-feira dizendo que ficou “perplexo” que os socialistas o tenham atacado. “Se a Frente Nacional me arrastar na lama, então é uma honra para mim. Se um político esquerdista me arrasta na lama, então é uma humilhação para ele”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09100907.html

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