quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

A POLÍCIA E O DEVER DA RECIPROCIDADE DOS DIREITOS HUMANOS.

(...)

Em contra-senso as ações despropositadas, abusivas e ilegais praticadas por alguns policiais que ferem os direitos humanos por obvio e pelas Leis devem ser combatidas, mas quando os seus direitos também forem atacados devem de igual modo ser amplamente defendidos, não confundidos, como ainda ocorre no nosso país em que se acham que só existem deveres e obrigações inerentes às classes policiais.
O policial é antes de tudo um cidadão como outro qualquer e deve ser respeitado como tal, entretanto os conceitos se misturam no seio da sociedade. Da mesma forma em que o policial é obrigado a cumprir os preceitos estabelecidos em Lei aos direitos humanos de todo e qualquer cidadão, deve também para ele ser uma recíproca verdadeira, entretanto, em disparate, é mais do que comum vermos no cotidiano nossos agentes sendo vítimas de criminosos sem assim haver interferência dos organismos defensores dos direitos humanos em seu favor, diferentemente do que ocorre quando é o contrário, situação em que o policial é mistificado e massacrado por toda a sociedade e até mesmo pela própria instituição em que trabalha.

Autor: Archimedes Marques (delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Pública pela UFS) – archimedesmarques@infonet.com.br

Fonte: www.infonet.com.br

Tomei a liberdade de colocar o ápice do vosso texto na minha opinião no link: http://direitoreformacional.blogspot.com

Particularmente, somos a favor da PENA CAPITAL, PRISÃO PERPÉTUA e somos críticos ao "movimento de direitos humanos" pós-modernista e extremamente naturalista.

Acreditamos que precisamos de um DIREITO que possa recuperar a RESPONSABILIDADE.
Precisamos superar a "era dos direitos" para a "era das responsabilidades".

Precisamos superar o "Estado de Direito Democrático" para alcançarmos o "ESTADO DE RESPONSABILIDADE DEMOCRÁTICA".

Precisamos superar o relativismo ético e moral e toda uma "subjetividade" que estimula a desordem, o relativismo, o naturalismo, o niilismo e o existencialismo.

Parabéns pelo texto. Prof. Luis Cavalcante

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